16 de fevereiro de 2015

O Pão da discórdia! (Atualizado)

Desde a primeira semana do programa, Luan vem chamando a atenção pelas aberrações que fala, chocando e irritando os demais participantes, além de ter causado polêmica fora da casa, inclusive com ameaça de ser levado para uma delegacia para prestar depoimento sobre o assassinato de um garoto de 16 anos que esse cabrão se gabava de ter matado com um tiro, no Complexo do Alemão, quando prestava serviço militar. 
A produção do programa nunca se dignou a chamar esse mau caráter ao confessionário para levar uma boa bronca. Sem nenhum freio moral, o sujeitinho desbocado deu continuidade às suas conversas escabrosas que envolviam casos de estupro, bandidagem, tortura e toda sorte de histórias sórdidas, cruéis, que ele dizia ter testemunhado na comunidade onde vive. Marco, certa vez, se disse chocado e enojado com o execrável e baixíssimo nível dos assuntos abordados pelo canalhinha debochado, cínico e chegado a um sarcasmo indigesto. Nunca engoli esse sujeitinho e seu olhar sempre enviezado, típico de pessoas falsas e dissimuladas.
Agora, o descarado está metido em outro episódio nojento que causou grandes aborrecimentos para as pessoas prejudicadas por ele, justamente as três que estavam acorrentadas, privadas da visão, do tato e da fala, mimo que receberam da antaTamires, como castigo do Monstro, e além de toda essa tortura, estavam com fome. Procuravam o pão que haviam guardado para comerem com ovo no jantar. Não o encontraram. Aí, o bafão se instalou: Mariza saiu inquirindo a todos sobre o paradeiro do pão. Ninguém, do outro grupo, sabia, todos se divertindo com a situação, sem um pingo de solidariedade e de generosidade com os acorretados, pois sabiam quem havia "roubado" o pão alheio: o larápio Luan, conforme foi mostrado na edição, da forma mais clara possível, para o público, sob o olhar de censura de Bial. Claro que a repercussão do roubo do pão não depõe a favor desse canalhinha, baixo e maldoso. Luan saiu bem queimado dessa proeza, pela própria edição do programa, ao ter os seus gestos exibidos em detalhe, sob o olhar cúmplice de Rafael, outro canalhinha. 
Não existe coisa mais mesquinha num BBB do que brigas por comida, esconder comida, sacanear o adversário usando esse recurso.

O fato de o Luan esconder o pão do pessoal que estava no grupo "Tá Com Tudo" não apenas é uma patifaria extrema com o outro grupo como também infringe as regras do programa. O Luan não somente pegou uma comida que não lhe pertencia, como a escondeu no quarto do líder, para onde ela não poderia ter levado, de acordo com as regras do programa. Tanto ele, quanto os que foram coniventes com o roubo merecem uma punição severa, merecem perder os privilégios adquiridos por estar no grupo Tá com tudo, trocando de lugar com o grupo perdedor, pois o grupo sabe o que o Luan fez e foi conivente com ele, inclusive ajudaram a comer o pão. Já pensou se Bial fala no Ao Vivo? Seria a desmoralização total. Especialmente se mostrasse a cena do roubo e, depois, a deplorável farra que fizeram no quarto laranja, comendo o pão roubado: Rafael, Talita, Angélica e Amanda. Na maior risadagem, soltando piadinhas, ironizando a situação, pouco se importando com a presença de Cézar, deitado na cama junto a deles, decerto com fome, por estar a mais de três semanas no grupo Tá com Nada.
O que eles fizeram tem nome aqui fora e lá dentro: roubo! Afinal a comida não é comprada com estalecas?
O pior foi eles ironizando o roubo do pão. Acho isso muito sério! O que achei estranho e incoerente foi Angélica participar do banquete de pão roubado, considerando que brigou com Luan, quando este disse que todo negro rouba. Ela ficou uma arara, rebateu na altura o que julgou preconceito dele contra os da mesma raça.
Agora come pão roubado por um negro, Angélica? Que incoerência, heim, coisa nefasta?! O Pãogate ainda vai render muitas conversas!!!
Bom demais! Acabei de ver a edição do programa e, com meu lado sádico em festa, tive a satisfação de apreciar a pá de cal de Bial na cambada safada, ao mostrar a cena asquerosa de Luan, na cozinha, retirando o saco de pão do casaco, olhando para os lados para se certificar de que ninguém estaria vendo o quanto é abjeto e desonesto. Em seguida começou a preparar o caprichado lanche com o pão roubado, na torradeira, com queijo, ovos, presunto e manteiga. Um acepipe dos deuses. Depois, temendo que alguém do grupo lesado o visse, levou tudo para o quarto laranja, onde o resto da gentalha ordinária o esperava. Juro que senti pena de Cézar, sentindo o cheiro da comida que não podia comer. Lembrei que ele chorou ao perder a prova da comida pela quarta vez. É revoltante!
Que edição bacana! Feita sob encomenda para mostrar ao público toda a ação dos meliantes inclusive com sugestiva musiquinha (se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão!). Que desmoralização acachapante! A produção não poderia ter dado melhor punição: o descrédito, o atestado de desonestidade e, mais que tudo, de burrice. Ou será que achavam que a canalhice de Luan e a conivência do restante do grupo passaria em branco na edição?
Mas, o que pensar de um grupo que tem uma sua integrante uma ladra confessa (Apanda) que disse, com todas as letras, que já roubou um bloco de receita de um médico, para passar um atestado para o chefe?  Duplamente inescrupulosa, porque agiu como uma meliatezinha ordinária ao lesar o médico, e, também, ao enganar o chefe. Que valores morais bacaninhas, não acha?  O caso dela foi mais grave que o de Luan. Se fosse denunciada, teria que responder por este crime abominável. 
Não esqueçam de votar para a Apanda larápia cair fora. A saída dela vai enfraquecer muito o grupo chefiado por Vera Verão. Vão baixar a bola! Além de deixar Luan lambendo sabão. 
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