29 de março de 2016

Ai, que canseira! Ai que nojeira! Ai, que sordidez!


Se alguém não gosta da Munik, tudo bem. Ninguém é obrigado a gostar da garota. Mas, daí a ficar inventado desculpinhas esfarrapadas relacionadas ao racismo para desconstruírem a imagem da goianense é ir longe demais! Ai, que canseira! Ai que nojeira! Ai, que sordidez!
Não sei o que está sendo pior, se o marasmo na casa do BBB ou se a celeuma infantil de gente adulta, atacada da síndrome de Cacaulete, saltitantes procurando, aos pulinhos, por pelo em ovo e chifres em testa de cavalo, para desconstruírem a imagem de Munik. Ai, que puerilidade chiliquenta! Ai, que mimimi mais ridículo! É a fofoletagem cacauleira mais bufa! 
É lastimável que as torcidas da Fofolete deslumbrada lancem mão do trecho de uma conversa, de frases isoladas, para fazerem toda essa celeuma nas redes sociais ou que gastem tanta energia dizendo asneiras que vão dar em nadica de nada! Que coisa mais feia! 
Decerto os que estão nessa crise de histerismo ignoram que os goianenses tem o costume de usar a palavra nego como carinho e não como racismo ou com o sentido de ofensa, como equivocadamente está sendo interpretado. Né neguinhos? Né minha nega? Heim, meu negão de tirar o chapéu? Cambada de hipócritas!

Toda essa gritaria histérica, típica de adolescentes bobinhas e imaturas não passa, na verdade, de um recorrente recurso da torcida anti-geronik para tentar derrubar a possível vitória de um elemento do grupo, no caso, Munik. Ó, Coitados! Quanta tempestade em copo d´água! Só falta chamarem a Lava Jato para investigar o suposto crime cometido por Pequi! Morro e não vejo tudo! Ai, como é irritante ver gente adulta se comportando como pirralhinhas do twitter, seguindo palavrinhas de ordem pueris de criançolas sem maturidade ou se deixando levar por ex-bbbs derrotados e desesperados para derrubarem Munik. Vê se cresce, gente! 
Vale salientar que a questão aqui, antes de ser do âmbito do racismo, pertence à área histórica e linguística. Com efeito, a expressão “nega” e semelhantes ganham uma conotação carinhosa ou pejorativa de acordo com o enunciado no qual ela é empregada. Lastimavelmente, hoje, ela não se resume somente a isso. O fato de trazerem à tona o caráter racial que poderia ter a palavra nega, não é prova de que, na fala de Munik, tenha tido conotação racista, a fala em questão era uma espécie de gracinha dita sem tom maldoso, sem a intenção de ofender ou injuriar a quem quer que seja, apenas para reclamar dos que estavam sem fazer nada na casa, sem ajudá-la nos afazeres domésticos. 
Qual o problema de se dizer alguma palavra ou expressão que faça alusão à escravidão? Quem nunca disse “estou trabalhando como uma escrava”, Estou trabalhando feito uma nega (escrava)! Ora, isso é uma figura de linguagem chamada hipérbole e significa que ela está trabalhando demais e sendo explorada. Não vi racismo nisso. 
Munik é tão racista que ontem, quando Bial falou que a brincadeira seria em duplas, ela gritou que iria com Ronan. Não foi com ele porque as duplas foram formadas por sorteio.
Essa é a foto que usam para caluniarem Munik.
Antes de toda essa zoeira ridícula, estavam gritando nas redes sociais a não menos infame boataria da suposta transa de Munik com Matheus, na banheira do quarto do líder. Mais uma mentira calhorda dos desesperados catheus. Não poderiam ter sido mais reles que foram espalhando essa deslavada mentira com o sórdido intuito de queimarem Munik. A foto abaixo mostra as quatro pessoas que estavam com Matheus  e Munik na mesma banheira: Ronan, Munik, Maheus e Ana Paula. Munik era a líder. Mentira tem pernas curtas.

São tão rasteiros que não atentaram para a impossibilidade disso acontecer, porque a data na qual a notícia diz que aconteceu a transa coincide com a última semana de Matheus na casa, quando a Cacaulete era líder e só podia entrar uma pessoa no quarto. Isto significa que era impossível os dois estarem na banheira juntos. Coisa feia! Vergonha alheia! Maucaratismo dos demônios. 
Menos, menos. Arranjem outra coisa menos descabida para limarem Munik. Sejam menos rasteiros e limitadinhos na perseguição à garota que está mexendo com a mesquinharia de cada um. 
Já exploraram ao extremo as briguinhas entre Ronan e Munik. Como resultaram em nada devido a própria atitude dos dois de explícita camaradagem. Agora esta coisinha ridícula de pseudo racismo da garota. Quanta baboseira! Quanta falação vazia de sentido! Quanta verborragia leviana e pobre de argumentação... Até parece discurso dos mentecaptos do PT ou os desconchavos verbais daquela que nos chama de golpistas.

Em tempo. Depois de reclamarem tanto do tédio na casa, a produção resolveu tirar a "negrada" da zona de conforto. Foram expulsos do quarto roxo e da Casa Grande para se abrigarem na senzala, fora da casa (barracas). Além disso a negrada está em trabalhos forçados, fazendo os adereços para a festa da quarta-feira no terreiro da Casa Grande, sem direito às mordomias que gozavam. As palavras de ordem do Big Boss são:"trabalha, trabalha, nego, ai,ai! Trabalha, trabaha, nego!"
É trabalho escravo, minha genteee! Chama a polícia, Chama a turma dos direitos humanos! Tem uma velhinha trabalhando, tem uma minininha de cinco aninhos trabalhando, tem um negro sendo explorado e uma mocinha se esfolando de trabalhar...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk  Vai ver que a culpa é de Munik kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Continuo, inabalavelmente, GERONIK FOREVER!  

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