28 de maio de 2015

Os Dez Mandamentos, uma novela que vale a pena ver.

Enquanto as novelas da Globo mergulham no obscuro mundinho da violência, da baixaria sexual, da exploração do mau caratismo, a apologia dos romances gays de ambos os sexos, com direito a pegações e beijaços entre senhorinhas amancebadas, em tramas sem criatividade e sem grandes atrativos, a Record nos brinda com a excelente novela Os Dez Mandamentos.
Sim, a Record está de parabéns pela qualidade da produção que oferece ao público de bom gosto. Figurinos ricos e primorosos, cenários perfeitos, elenco impecável e uma filmagem digna de cinema. 
No seriado José do Egito, a emissora já havia dado um show de qualidade e beleza. Portanto, já demonstraram que dominam a área.
Aliás, a programação da Globo está uma lástima. O vídeo Show, sem André Marques, está uma palhaçada com um casal de palhaços sem graça, dois abestados que mais irritam que divertem com as suas insistências em serem comediantes sem o mínimo talento para tal. É tão ruim que prefiro suportar o insuportável Brito Junior e a insípida Ticiane na Record , no mesmo horário. 
A Globo que se cuide. O horário da manhã está mal das pernas, com o indigesto "Mais Você" e sua caricata apresentadora Ana Maria Braga e seu fiel escudeiro o mala sem alça Louro José. A manhã na Record vai bem melhor com Ana Hickman e Celso Cunha são os melhores da manhã. Os " Encontros" com Fátima Bernardes peca pelo hábito da emissora de meter seus atores e atrizes em quase todos os programas, além de trazerem cantores e bandas de terceiro escalão ou o xodozinho da emissora: Tiaguinho, marido de uma atriz da casa ... Uma chatice. 

Em todas as novelas da Globo tem casais homoafetivos, até parece que obedecem a alguma lei que determina que haja "cota" para homossexuais, como há para atores negros. Sabe-se que é grande a turma gay/lésbicas na emissora, mas, daí a quererem empurrar goela abaixo dos telespectadores suas historinhas e romances como se a sociedade brasileira não fosse ainda conservadora, a distância é grande. O primeiro capítulo de Babilônia jogou de chofre nas fuças das pessoas a cena desnecessária do beijo lésbico entre duas senhorinhas. Claro que chocou as pessoas mais idosas, as pessoas que nutrem outros valores mais conservadores, que se orientam por princípios menos permissivos. O resultado foi a queda vertiginosa da audiência da novela, apesar de terem maneirado nos amores das duas senhorinhas. 

 As vilãs da trama são sórdidas, sem limites, psicopatas do mal. Todo tipo de gente de mau caráter está bem representado em homens e mulheres que participam da trama. Uma trama asquerosa que já poderia ter sido tirada do ar.
Babilônia é a pior de todas. Mas, a tal " I Love Paraisópolis" também é um nojo. Um festival de gente baixa, voltadas para o mal, capazes de qualquer baixaria, perversidade e cinismo para se darem bem na vida. Para ficar ainda pior lá está a chatérrima Tatá Werneck se repetindo, a mesma idiotinha leviana que fez na novela anterior. 
Sete Vidas nem merece comentários. Onde estão os excelentes novelistas da Globo? Que saudade dos velhos tempos, das grandes novelas. Melhor ver "O Rei do Gado" no Vale a pena ver de novo.



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