[Valid Atom 1.0] [Valid RSS] Rabiscos de Eva: Vai, Cézar! Você é o Cara! É o dono do jogo!

30 de março de 2015

Vai, Cézar! Você é o Cara! É o dono do jogo!


Quem diria que o poeta, o intelectual, o que passou todo o programa ruminando sua filosofia balofa e suas reiteradas citações de autores célebres, iria revelar-se como o mais descerebrado e tosco, um cérebro de toupeira com uma lógica de anta, votando no cara que já havia voltado de quatro paredões, inclusive no último ganhando para a querida Mariza, outra campeã em retornar de paredões... 
O cara, burramente, deu de mão beijada o segundo lugar para o seu ídolo Fernando, sua paixão enrustida e inacessível. Ah! Esqueci que as paixões dele são sempre platônicas, românticas, líricas e de um mistério divino que escapa à nossa inteligência de meros humanos. Os deuses do Olimpo é que sacam esse tipo de seducência transcendental e estrogonoficamente midiática e estratosférica. 
O cara é tão Tonho da Lua que consegue ver na relação bordelesca da “perfumosa a bacalhau” com “o 50 tons de canalhice” uma inefável e poética história de amor! É de pasmar tanta alienação babacoide, tamanha explosão de caganice verbal! Haja penico para tanta diarreia delirante! 
O poetinzim já havia zurrado no confessionário seu votinho traíra e igualmente jericóide contra Mariza, queimando seu filminho perante o público. O coraçãozinho apaixonadinho por Nandinho bananão não aguentaria votar nele, nem para salvar a única amiga sincera e fiel que teve na casa. A que suportou seus chiliques e grosserias, a que deixou que fizesse de seus ouvidos penico para suas cansativas elucubrações sobre nada, suas neuras e manias. 
E por que jogou Mariza na fogueira? Porque entre ela e o seu amor platônico enrustido, não hesitou em salvar este último. O mesmo que armou o paredão no qual caiu, agora, como só um bocó abestado cairia. Nunca deveria cair um cara que se arvora de inteligente, intelectual e dono de todas as verdades filosóficas. Francamente, deixar-se enganar por um medíocre, pouco instruído, espertalhão, acostumado a levar na lábia os/as panaquinhas crédulos/as e tolos/as como esse poeteiro e a Panda fedida revelaram ser. 
Foi dantesca a edição de ontem. Foi uma descida aos infernos ver uma mulherzinha pau mandado, sem personalidade, hipócrita, fazendo ceninha de sofrência fingida para indicar Adriles ao paredão com o cara que já voltara de quatro paredões, a pedido do Fernando. Pois é, Adrilles babaca você foi indicado a pedido do seu herói, seu ídolo, seu amorzinho platônico ridículo. Esse patife, falso, manipulador, ordinário por quem você vive rastejando, babando ovo e tecendo os mais eloquentes elogios! Que mico, heim, Adrilles?! E não é um mico qualquer, seu parvo. Não! É um Mico com potencialidades de Gorila! 
E, assim, levado pelas ardências da paixão, o poeta babaca se colocou no paredão com César! Fuen...michou e ploft! 
Fernando, com a hipocrisia e cara de pau que lhe são peculiares, ficou se fazendo de surpreendido, de solidário com a desdita do “amigão” asninho, e feliz da vida por ter conseguido se livrar do paredão, do jeitinho que planejara e trabalhara para conseguir (como o cara suou sob o edredom para fazer a cabeça vazia da piranhosa fedida!). 
Sabendo que Adrilles não votaria nele, o Bananão traíra, com algumas trepadinhas básicas, convenceu a fedida de que estaria no paredão se ela votasse em Cézar. Fez draminha, verteu lágrimas de crocodilescas, chegou até à cafajestada de dizer para ela “eu te amo”, falou em irem juntos para a Austrália (já havia dito a mesma coisa para Aline), só faltou pedi-la em casamento. Toda essa encenação para pedir que ela votasse em Adrilles. E a mulher capacho votou, com a cara mais deslavada da face da terra, em Adrilles, votou chorando, fazendo draminha de boa moça, de garotinha sensível e amiguinha do poeteiro! Chamá-la de podre é pouco, ainda não a define na íntegra! São dois podres, pura massa fecal que se assemelham e se merecem. Não dizem que os semelhantes se atraem? Pois é. Mas, também dizem que os maus por si se destroem! 
Agora é esperar para constatar que as tais Clanessas não passam de um bando de abestalhadas, insignificantes, que comem sardinha e arrotam caviar. Onde estava a força dessas mocréas que não conseguiram dar a imunidade para a fedida Amanda?
Tem 28 anos? Nunca!
E aquela historinha de que Apanda é protegida do Rodrigo Dourado e carta marcada para ganhar o BBB15? Há quem acredite nessa asneira? Quem é Amanda para um funcionário importante da Globo pôr em risco sua reputação e seu posto para proteger e fazer maracutaia para a mimosa fedida ganhar o prêmio final? Nem que ela fosse Angelina Jolie. Mas, não passa de uma mulher com quase 40 anos (mente a idade), feia, celulitosa, gorda, corpo entroncado, cabelo com mega hair (precisando de reposição), com aquele par de olheiras tenebrosas e os lábios roxos, estranhos... 
Vai vendo as celulites da moça gorda e véia...
O cara vive rodeado de mulheres lindas, mais jovens e menos rasteiras, vai lá se importar com uma zinha que saiu dos cafundós do berimbau? Eu não acredito. Apezar desse boato estar na boca
do povo e na de Sônia Abrão e seus convidados no programa de hoje à tarde. O deboche com a panda foi rasgado, inclusive falaram nas histórias cabeludas envolvendo o diretor do programa, ditas pela própria miss Bacalhau. 
O bom de toda essa comédia bufa é estar vendo Cézar derrubando o sabichão intelectuóide. Logo quem, Cézar Lima, o desprezado por todos, o bode expiatório mandado, como lixo descartável, para os paredões, o que todos ridicularizavam, torciam o nariz, julgavam inferior, riam dele pelas costas, o que achavam o mais burrico, o idiota, chegando à final do programa, apoiado pelo público. Sim, apoiado pelo público, pelos brasileiros e brasileiras cansados de gente safada, cansados de ver triunfar a calhordice, o engodo, os traíras, os canalhas, os desonestos, os devassos e os depravados de ambos os sexos, as kengas escrachadas e rastejantes! 
A parte do público conservadora, que ainda preza os valores da família, os princípios morais e éticos que sustentam os padrões morais da sociedade, que ainda não se jogou na lama da perversão e da degradação. 
O apoio dado a Cézar Lima, se não é consequência, é sintoma da insatisfação do povo com a decadência moral que prevalece em nossa sociedade, em nosso meio político, em nossas instituições assaltadas por ladrões de colarinho e gravata, tudo e todos arrastados para o abismo de uma generalizada desmoralização, que não respeita coisa nenhuma, nem a vida humana. Cézar me representa, como Mariza me representou dignamente. Não me sinto representada por Adrilles, Fernando e Amanda. Não aceitei o comportamento de Adrilles, desde que ele começou a se revelar um bocudo traíra, incapaz de guardar os segredos dos que ele hoje defende como sendo seus amigos. Abominei o comportamento invasivo dele com Tamires, atormentando a moça com seu chatérrimo assédio, arrotando cantadas sem nenhum glamour, repetitivas e nauseantes. A última pá de terra que ele pôs em qualquer possibilidade de recuperar minha tolerância foi sua trairagem com Mariza. 
Vou adorar vê-lo, no chat, ouvindo a turma dizer sobre o beijaço de Rafael em Tamires, e as declarações elogiosas dela para Cézar... 
É divertido demais ver Fernando crente que poderá sair milionário do BBB15. Se ele pegar o último paredão com Cézar, estará no olho da rua, com o prêmio de consolação de cinquenta mil reais. Amanda, decerto ficará no segundo lugar. Ganhará 150 mil, o suficiente para livrar-se das olheiras, fazendo uma cirurgia plástica. A Playboy não paga mais que 80 mil para as capas da revista, que dizem estar prestes a fechar as portas. Ainda sobrará para um tratamento com um psicólogo que a ajude a reconstruir a auto estima estraçalhada por tantos anos de piranhice. 
Adrilles tem convicção de que vai ficar porque é amigo do casal ternura, que ele acha fortíssimo, e que Mariza saiu porque "falou mal" deles. Adrilles menospreza Cézar fortemente! Vai ter uma grande decepção amanhã!
Não tenho pena de Adrilles. Ele procurou o que está tendo e o que terá. Merece passar pelo que Mariza passou, por culpa dele. Vê se cresce, poetinha pedante e cheio de empáfia.
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