[Valid Atom 1.0] [Valid RSS] Rabiscos de Eva: Alguns ajustes e Jogo que segue!

31 de março de 2015

Alguns ajustes e Jogo que segue!

Em entrevista dada ao "Extra", a mãe de Adrilles disse: “O mundo precisa de muitos Adrilles. Nós estamos votando, mas lutar contra o Brasil é muito difícil."
Pois é, minha distinta senhora, é mesmo muito difícil lutar contra um Brasil que foi miseravelmente traído por um governo palavroso que levou o país à vergonha internacional e o seu povo de volta à inflação, ao desemprego, a um sistema de saúde falido, à convivência com a violência e à uma educação de quinto mundo, é mesmo muito difícil. 
Queira ou não, minha distinta senhora, o BBB15 foi e está sendo uma amostra da péssima moral, da falência dos princípios éticos de uma sociedade degradada pela cobiça pelo dinheiro, pela corrupção, pelo desrespeito ao outro, pela mentira e por aí vai. 
Portanto, a grande parte do público que vive a revolta, a indignação e a impotência contra os calhordas do poder, jamais poderia aprovar e apoiar participantes com seu douto filho e seus dois parceiros, um deles (Amanda) remanescente do grupão rejeitado que deu show de canalhice e desrespeito (especialmente à Mariza, uma senhora com idade de ser mãe de todos), de deboche e de depravação. Que gente bacaninha, né? 
Estavam muito bem representados os que furtam e contam histórias asquerosas (Luan), os que roubam fichas de consumo em baladas e prontuário de médicos para enganar o chefe com atestado falso, além de seduzir o homem alheio (Amanda), as mulheres que perderam a noção de autoestima e do respeito a si mesmas, jogando-se para homens comprometidos e comportando-se como uma profissa do sexo com um cara que a rejeitava, caindo na trepação em rede nacional (Amanda que, inclusive, já havia destruído o casamento de outra fora da casa), teve ainda jovens desbocados insultando e debochando de pessoas mais velhas, além de assumirem um comportamento sexual deplorável, exibicionista e desbocado (Talita e Rafael, Amanda e Fernando, Aline e Fernando), foi uma fartura de representantes do desrespeito com os mais velhos: a pedante e arrogante Angélica, Amanda, Tamires, Luan, Douglas (despiu-se na frente de Mariza), Talita e Rafael. Vixe, que turma porreta de boa! Muito cutcut! Lindinhos e fofinhos!
Os traíras nunca foram aceitos pelo público (Fernando e Adrilles), sejam os que traem a namorada pedida em casamento, seja os que traem amigos e estratégias de jogo. Da mesma forma, o público, especialmente o feminino, abomina homens que assediam mulheres, como fez Adrilles com Tamires, cercando a moça até no quarto onde esta se refugiava para fugir das cantadas babentas, pegajosas e pouco criativas do poeta. Bonitinho mais da conta, né? 
Nunca numa edição a ginecologista foi tão solicitada para atender as consequências das trepâncias desenfreadas e irresponsáveis das mulheres e dos homens envolvidos na fornicação. Nunca houve, antes de Talita, mulheres ameaçadas de gravidez, nem correndo atrás da pílula do dia seguinte )Talita e Aline). Uma gracinha! Que meninas exemplares! Fôfis demaissss!
Antes de Amanda, jamais houve caso de mulher com doenças genitais adquiridas no confinamento, especialmente as que surgem da falta de higiene e do excesso de fudelância entre pessoas mal asseadas. No caso os dois, são ambos porcalhões que só não fizeram sexo pelos ouvidos e nariz, porque o pingolim não penetrava seus os minúsculos orifícios, mas fizeram até com a mulher contaminada, por insistência dela.  Vai vendo... Que exemplo maravilhoso para as meninas jovens que são suas fãs. Uma lindeza, né mesmo?
De todos esses seres deploráveis só restam os três que estão competindo com o único homem de vergonha na cara que restou na casa, como legítimo representante dos brasileiros que ainda não se corromperam, que projetam no caipira um ideal de integridade moral, de transparência, de honestidade, de respeito pelo outro, retidão de caráter, de humildade e de boa educação doméstica e acadêmica. Some-se a isto tudo a religiosidade, a fé e a busca de crescimento de Cézar, sua obstinação em ser correto, sua recusa incondicional de fazer parte de conchavos e grupinhos calhordas. Ponto para o caipira porreta!
Ao contrário do que prega Adrilles, o BBB não é um jogo de convivência, no sentido que ele atribui ao programa. É um jogo de convivência, de boa convivência com o outro, por vezes insuportável (como ele), não é um jogo de conivência com grupinhos canalhinhas. É um jogo duro por muito dinheiro, que depende da habilidade de cada um para driblar o paredão, para formar alianças com pessoas que joguem limpo, que não manipulem, que não armem armadilhas para prejudicar o outro. Melhor jogar isolado, como fez Cézar, que comer farelos juntando-se aos porcos.
Cézar não poderia mesmo fazer parte de nenhum grupo dessa edição. Poderia ter dado certo com Marco, se este tivesse sacado a alma boa do caipira e não tivesse caído na pilha dos que desprezavam o cara por ser tosco, falar empostadamente, usar um vocabulário estranho, ser feio, pobre e de origem humilde. Talvez, se tivesse ficado mais tempo na casa, tivesse descoberto, como Mariza, a pessoa íntegra, generosa, boa, humilde e bem resolvida com a vida que é Cézar Lima, meu campeão! Pena que Marco tenha perdido no paredão contra o cafa Fernando. O público ainda estava iludido com a lábia de bom moço que ele passava. 

Agora, chegou a hora do “juízo final”. O casal nojinho chegará perto do prêmio, mas não levará o título e o prêmio de campeão. Este, o público decente desse meu Brasil já destinou ao único que o merece: Cézar Lima, com sua cara de povão, com seu jeito desengonçado de macho pouco afeito a requebros e balanceado de bundinha, como os que andaram e andam saracoteando nos funks da vida fútil que levam!
Quase todos os debochados foram detestados pelo mesmo público que agora rejeita Adrilles!
No panteão moral do BBB15 só ficarão Marco, Mariza e Cézar, representantes do imenso público que está votando para dar a vitória a Cézar, que sofreu com a indicação de Mariza pela desmoralizada Apanda e que guarda uma bela lembrança de Marco.
Antes de terminar, deixo meu recado para os queridos comentaristas deste blog que acharam que eu sinto ódio de Adrilles e do casal. Não meus amigos, não sinto ódio por eles. O ódio é um sentimento muito forte e muito grande, deve vir do fundo de uma avassaladora mágoa por alguma injúria sofrida, por alguma ofensa tão insuportável que adoece a pessoa. Asseguro que tenho a sorte de nunca ter sentido ódio por ninguém ao longo de minha atormentada e maravilhosa vida. O que sinto é indignação, uma imensa indignação que vem crescendo ao longo da edição do BBB15, somada a um sentimento de revolta e rejeição pelas três pessoas que armaram este paredão injusto. É nojo em ver Adrilles lambendo as patas do casal que armou sua ida ao paredão, sua subserviência a dois canalhinhas ambiciosos e capazes de venderam a alma pelo dinheiro do prêmio, que não nutre um pingo de amizade por ele, como não nutrem um pelo outro. O casal é uma farsa! O público sabe disso.
E não sou eu sozinha a sentir indignação e nojo. Na edição de ontem, Bial referiu-se de forma depreciativa ao comportamento de Adrilles ao dizer: Cézar continua lá isolado em sua bolha, Adrilles permanece louvando o casal que armou o paredão que o eliminará.. "É o amorrrrr, que mexe com a minha cabeça e me deixa assimmmmm!" Muito romantiquinho! Muito miguchinho!
Enquanto Bial falava, a câmera mostrava Cézar triste, sentado junto da estátua. Em seguida mostrou Adrilles feito um cachorrinho andando atrás do dono, abanando o rabinho, falando firulas e elogios piegas aos dois, dando abracinhos e beijos de amigão em Amanda, chorosa e representando seu papel de sofrida, depois voltando a abraçar o trairão cara de pau. Ó, ceninha mais linda! Ó céu, Ó dor, Ó vida cruel!
Antes de encerrar esta parte, tenho ainda a dizer à distinta senhora mãe de Adrilles que o Brasil e o Mundo pode até esta precisando de muitos Adrilles, pelas muitas qualidades que ele tem, mas que, infelizmente não se preocupou em revelar. Mas, asseguro-lhe, minha Senhora, que do que o Brasil está precisando, com máxima urgência, é de milhões de homens e mulheres semelhantes a Cézar Lima, é que esse público que acompanhou o BBB15 tenham aprendido com esse Caipira a grande e preciosa lição de integridade moral que ele prodigalizou ao longo de um confinamento muito difícil para ele. Cézar ensinou que, mesmo enfrentando todas as adversidades que lhe proporcionaram seu colegas, as semanas seguidas de fome qualitativa (ele adora comer), de bulling, de ranço da soberba de muitos, de indicações sem fundamento ao paredão, mesmo assim, ele nunca perdeu a alegria, nunca o sorriso abandonou seu rosto, jamais cobrou de ninguém os votos recebidos, recebeu sempre bem humorado o Monstro, tratava bem a todos, sempre educado, gentil e agradecido a Deus por estar realizando seu sonho de entrar no BBB.  
Esse sim, deu um bom exemplo para os jovens e crianças (nunca disse um palavrão nem falou escabrosidades). Esse soube honrar a confiança dos seus pais idosos, soube conquistar o orgulho dos seus conterrâneos e o apoio solidário de uma imensa parte dos brasileiros. Cézar é o filho, o neto, o genro que todas as mulheres que votam nele gostariam de ter. Sinto muito, minha senhora, não poder, com todo o respeito que me merece, concordar com sua opinião de mãe. Talvez, fora do BBB, conhecendo Adrilles longe da situação em que o conheci, viesse a gostar muito dele, como gostei até a saída de Marco.

Portanto, queridos/as comentaristas, fiquem tranquilos/as, não me faz nenhum mal contestar com veemência as safadezas dessa corja, sei que peguei pesado e o fiz em sã consciência de que meu dever de blogueira é meter a boca no trombone em alto e bom som, expressando, com verbo forte, minha rejeição ao que vejo e não aceito. Ficaria muito mal se não protestasse, se não desse meu grito de indignação e revoltada rejeição a essa gentalha. 

Cézar, apesar de triste, aceitou as desculpas de Adrilles, deu-lhe o abraço que o sinceríssimo poeta pediu, com a maior cara de pau. Esse caipira é muito decente!
Ontem, pela primeira vez, vi Cézar muito triste, chorando lá no cantinho dele, junto da estátua silenciosa. Emocionei-me, pude sentir a decepção dele pelo voto de Adrilles! Não aceitou conversar com o poeta falastrão, preferiu se isolar, orar e chorar, antes de ouvir palavras vazias, ditadas pela hipocrisia social, que nada representariam para ele. 

Depois voltarei. Por enquanto era esse o recado que queria deixar. VAMOS VOTAR MUITO, ATÈ BIAL DAR POR ENCERRADA A VOTAÇÃO...
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