21 de julho de 2014

A insustentável leveza de uma farsa.

A dupla de falsas lésbicas contratadas pela produção do BBB14 para fazer descer goela abaixo das pessoas conservadoras a relação sebosa, forçada e mal representada das descaradas Clarinha e Vanessa, até que enganou os mais ingênuos, as adolescentes deslumbradas com pegações entre mulheres. A mim nunca enganou, tampouco enganou às lésbicas e gays entendidos no babado, como Tammy que esculachou com a farsa das duas. O fato é que a dupla farsante não encontrou fora da casa do BBB14 o sucesso que pensavam ter na mídia. Coitadinhas, os minutinhos de fama foram fugazes e desbotados. A PlayBoy ignorou as duas, as revistas de TV não dedicou nem uma capa às "namoradas apaixonadas". Clara ficou com o filho, mas sem o marido, sem emprego e sem grana. A namoradinha milionária tentou continuar com o falso romance, hospedou a loura espertinha na casa da mãe por algum tempo. Depois de pouco tempo, nenhuma notícia aparecia na mídia sobre as duas. Haviam caído no esquecimento em tempo record.

Fiquei sabendo sobre a situação das duas no programa de Bial "Na Moral". É espantoso! Vanessa deu um fora em Clara por e-mail. Despachou a loura na maior cara de pau... Um simples e-mail deu um chega para lá na amada...Hehehehehehehe. Parece uma piada! A milionária tratou de se livrar da parceira na farsa lésbica. Usou a loura depravada em proveito próprio e, quando esta já não era útil, não perdeu tempo em mandá-la pastar. 
Clara trabalha como DJ numa boate gay. Não lucrou nada com o teatrinho no BBB14. Saiu tão pobre quanto entrou, não conseguiu nem uma revista que a quisesse para capa, nem o Paparazzo perdeu tempo com ela. O marido estelionatário, procurado pela polícia européia, sumiu. Vanessa e Clara já se conheciam antes de entrarem na casa do confinamento. A vencedora do programa não se inscreveu, foi convidada para participar pela produção, na qual tem amigos. Seu script era exatamente o que ela pôs em prática... Foi ela quem tomou a iniciativa das pegações com Clara. Esta tem um rico histórico de sacanagem virtual, atuando, em Las Vegas, como garota de programas pornográficos virtuais, usando vários pseudônimos. Essas duas foram escolhidas a dedo, justamente para reforçar a campanha da Globo em prol da causa gay, do estímulo aos relacionamentos homossexuais de ambos os sexos, tal como vem sendo feito nas novelas. 
Na novela que começa hoje - Império - vão por em cena um casal gay, com beijos na boca, amassos e ridículas historinha de amor, tal como vimos entre Clara e Marina, entre Felix e Carneirinho. Quem tiver estômago que aguente ver o ator José Maia desmunhecando e de caso com outro homem...  

14 de julho de 2014

Alemanha Maravilha leva a Copa e Dilma leva as vaias...

Mais uma vez a presidente Dilma Rousseff foi vaiada e ofendida verbalmente, com muita intensidade, quando sua imagem surgiu nos telões do Maracanã, durante a entrega das premiações aos melhores da Copa do Mundo, neste domingo. Durante e após a decisão do Mundial, ela foi hostilizada cinco vezes ao todo por parte do público que compareceu ao estádio, sempre que a sua imagem aparecia nos telões da TV do estádio.

A manifestação se repetiu quando ela apareceu cumprimentando o técnico da Argentina, Alejandro Sabella e foi mais forte no momento em que Dilma entregou o troféu de campeão para o capitão do time alemão, Philipp Lahm. Nesse instante, as vaias se transformaram num cântico ofensivo à presidente. Ela ficou com o troféu em mãos por apenas três segundos, forçando um sorriso amarelo e constrangido. Essa reação do público é a voz do povo e diz muito mais acerca da opinião pública sobre a "nobre e distinta" presidente que as pesquisas de opinião manipuladas, divulgadas pela televisão, que a colocam como a preferida dos brasileiros. 

Antes, quando os alemães recebiam apenas as medalhas pelo título, a euforia da torcida alemã abafou outras vaias à presidente. A música alta no estádio também ofuscou os apupos. Os telões evitaram mostrar a presidente sozinha em meio a outras autoridades, durante a cerimônia.
Lula, pelo menos, teve o bom senso de não aparecer, de não testar a sua dita popularidade... Não foi e não passou pela vergonha de ser vaiado na presença de estadistas e estrangeiros presentes ao evento. 

Heim, Dilminha, tanta gastança, tanto dinheiro investido no palco que serviu de cenário para a mais vergonhosa derrota da seleção brasileira?!!! Valeu a pena, senhora presidente? 

Agora, vamos que vamos para as urnas em outubro! Que as vaias se transformem em votos nas urnas contra a candidata petista. Torci contra a seleção brasileira, da mesma forma que torço pela derrota dessa nobre senhora nas eleições presidenciais.
A Alemanha mereceu ganhar a copa. Deram uma lição de educação, civilidade, respeito e correção durante as partidas disputadas e fora delas. Foram os mais simpáticos e sem ôba,ôba, além de jogarem um futebol de primeiríssima categoria que os brasileiros estão muito longe de conseguirem jogar.  

Já é tempo da seleção brasileira deixar de frescurinhas feminis, mais preocupados com os cabelinhos e pranchinhas de alisamento, com as pinturas ridículas, com as rezinhas dentro do campo, com as supertições (como jogarem sal grosso no gramado), e com os corações com as mãozinhas, chorinhos fora de hora e outros pitis e chiliques...  É tempo de se comportarem como CABRA  MACHO.

Postado por Eva/RN


7 de julho de 2014

Copa vibrante oculta graves violações e ameaças


Enquanto as atenções da maioria da população se concentram numa Copa do Mundo repleta de emoções, com muitos gols e resultados surpreendentes, tornam-se cada vez mais graves os relatos acerca da repressão oficial aos protestos públicos no país, direito constitucional que ora se encontra sob constante ameaça.
Cada dia que passa recebemos notícias mais graves da suspensão dos direitos civis no Brasil. Desde a semana da abertura da Copa, quase todas as manifestações públicas programadas foram dissolvidas preventivamente, ou seja, foram impedidas por força policial de se concentrarem, numa flagrante violação da Constituição. Centenas de ativistas em todo o território nacional estão sendo regularmente visitados de maneira intimidatória pela polícia que também os está intimando a depor coercitivamente durante datas de manifestação com o intuito de privá-los de um direito que deveria ser sagrado em qualquer democracia. Até a Polícia Federal está fazendo uso da infame Lei de Segurança Nacional, um dos mais abjetos resquícios da ditadura militar. Tudo isso para que um torneio de futebol ocorra "sem transtornos".
O relato acima, de autoria do professor da USP Pablo Ortellado, divulgado em três idiomas, sintetiza algumas das principais ocorrências envolvendo os protestos públicos no país, quase diários e no mais das vezes alvo de baixíssima e tendenciosa atenção midiática. Com táticas e padrão de brutalidade policial comuns a estados e no âmbito federal, fica claro tratar-se de operações concatenadas entre os entre os governos estaduais e central, operação essa que não distingue bandeiras partidárias em seu desrespeito a pressupostos básicos dos direitos humanos e de cidadania.
"Todos os níveis de governo, os meios de comunicação de massa, o judiciário e a esquerda aliada ao governo federal estão se calando contra as gravíssimas violações aos direitos civis", prossegue Ortellado. Cabe observar que o último grupo, governistas cujo esquerdismo mostra-se cada vez mais pra lá de duvidoso, não só tem ignorado o grau de violência do Estado contra seus concidadãos, mas, como se observa com facilidade nos blogs ditos progressistas, embarcado em um ufanismo tão despropositado quanto nocivo, celebrando em urros o alegado sucesso da Copa como uma vitória petista contra a oposição e a mídia (como se esta não fosse parceira comercial privilegiada e principal elemento difusor do torneio e do ufanismo que lhe é inerente).
O resultado é que, uma vez mais, a redução de questões nacionais ao binarismo "governismo petista versus oposição midiática" cobra um alto preço. Se antes as críticas às obras atrasadas e ao superfaturamento eram pelo primeiro à última atribuídas, agora é como se o fato de os jogos se realizarem - e agradarem - anulasse a gravidade do descumprimento do calendário das obras, a não-entrega de obras vitais para a mobilidade urbana e os fortes indícios de corrupção associados à preparação do torneio.
Não anulam: o superfaturamento, o atraso e a não-entrega de obras para a Copa são um fato consumado, e não uma invenção da mídia que o eventual sucesso do torneio possa mitigar. E é simples constatá-los: basta consultar a lista com os prazos e preços originais e compará-la com o que está pronto e a que custo, em plena Copa. Há casos de estádios que custaram quatro vezes mais do que o inicialmente orçado, num superfaturamento que só a complacência para com a corrupção explica.
Mas o torneio trouxe danos sociais ainda mais graves, associados à dimensão e à brutalidade dos processos de remoção forçada de populações, imposto pela organização da Copa: "Oficialmente, 50 mil famílias foram removidas de suas residências para que a Copa acontecesse por aqui -- estamos falando de 200 mil pessoas, um em cada mil brasileiros. Boa parte foi mandada para longe -- alguns não foram indenizados e a maioria contesta o valor da indenização. Por outro lado, a FIFA e seus parceiros comerciais receberam mais de um bilhão de reais de isenção tributária, valor que permitiria aumentar em 20 mil reais a indenização para cada uma das famílias "oficialmente" removidas", compara Ortellado.
Além disso, devido à truculência implacável na repressão às manifestações, todos esses problemas vêm acompanhados de uma ameaça ainda maior: como o diário britânico The Guardian assinalou, a realização da Copa do Mundo pode deixar como legado um retrocesso estrutural na democracia brasileira, particularmente no que concerne ao direito de protesto público. Seria um atraso inaceitável para uma democracia em afirmação, que só agora começa a enfrentar frontalmente os fantasmas do período ditatorial.
Ante tá quadro, como assinala Ortellado, "Um pequeno grupo de vozes dissidentes que inclui ativistas, movimentos sociais e organizações de direitos humanos segue isolado e falando para as paredes enquanto a direita, a maior parte da esquerda e quase todas as instituições democráticas fingem que nada acontece."
Tal silêncio conivente representa um erro perigoso, a gestação de um ovo de serpente. Pois o que está em jogo não é apenas mais um round da peleja PT x PSDB, ou mesmo só mais um episódio do enfrentamento dos que querem mudanças contra as forças conservadoras - neste caso, como em tantos outros, unidas -, mas o presente e o futuro do direito constitucional das pessoas saírem às ruas e se manifestar. Omitir-se, neste momento, equivale a grave omissão; fazê-lo por interesses partidários, a mesquinhez, fata de senso cívico e descomprometimento com o futuro da democracia no Brasil.

domingo, 22 de junho de 2014
Postado por Eva
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5 de julho de 2014

Chega de violência nos jogos da Copa!


É uma vergonha para o esporte a violência que está ocorrendo dentro dos estádios de futebol. Primeiro foi a mordida do pit bull Soares no ombro de um adversário. Atitude incompreensível de um adulto infantilizado e mau caráter. Claro que recebeu a devida e rigorosa punição. Agora a vítima foi Neymar Jr, lesionado na coluna por uma joelhada premeditada do canalha Zúninga da Colômbia. O calhorda estava junto de Neymar, esperando a oportunidade de atingi-lo, pelas costas com um golpe certeiro que nada teve com tentativa de posse de bola. As filmagens da cena comprovam o dolo a ação, a intencionalidade maldosa de derrubar o jogador brasileiro. Até agora a FIFA não se pronunciou, não puniu o agressor, apesar da notícia já percorrer os principais jornais e noticiário do mundo. Será que uma coluna seriamente lesionada é menos grave que uma mordida? 

O choro do jogador dava a dimensão da dor que sentia, não era à toa. Neymar sofreu uma fratura na terceira vértebra lombar após sofrer uma joelhada do colombiano Zúñiga, nas costas, pouco antes do final do segundo tempo, e está fora da Copa do Mundo. O jogo terminou com vitória do Brasil, por 2 a 1, e classificação para a semifinal, mas ficar sem o jogador para o restante do Mundial é uma grande decepção para a equipe e o para torcedor brasileiro. Especialmente devido a exagerada supervalorização do jogador que, afinal de contas, não estava jogando nada. Neymar é o típico produto da midia e dos histerismos bajulatórios do babacão insuportável Galvão Bueno. Se resolveram fazer dele a pilastra da seleção, se resolveram não valorizar jogadores bem mais ativos em campo que ele, então que aguentem as consequências. Quem sabe vão dar a David Luís, a Hulk e a Júlio César o valor que tem demonstrado nessa copa. O grande e tão badalado jogo de Neymar não vi nessa copa. Em dois jogos na arena Castelão, o torcedor cearense não viu nenhum gol do famoso. 

Apesar do drama, o jogador segue com o grupo e vai usar uma cinta. A primeira previsão seria de quatro a seis semanas necessárias para a recuperação. No entanto, ainda há a necessidade de se verificar todos os resultados dos exames feitos pelo camisa 10, que deixou o hospital por volta das 21h28 (de Brasília) e seguiu para a Base Aérea, de onde voa normalmente com a delegação para o Rio de Janeiro. Ele seguirá com a equipe na Granja Comary. Essa é a chance para a seleção mostrar que Neymar não é a grande estrela que dizem os que o mitificam. Não ponho fé numa seleção que deposita na chuteira de um só jogador a sua força, a sua capacidade de vencer um jogo. O endeusamento de Neymar é uma injustiça com os demais jogadores, especialmente com David Luís, ao meu ver o CARA dessa seleção, e com Júlio César e sua garra! Uma seleção que depende unicamente de um jogador não merece ganhar uma copa.
Neymar vai deixar a concentração depois do almoço. Irá para a casa dos familiares para se recuperar. Desejo-lhe uma rápida recuperação. 

JUSTIÇA PARA NEYMAR! PUNIÇÂO PARA O CANALHA Zúninga!