13 de junho de 2014

O público no Itaquerão mandou "Dilma tomar no cool".


Esta distinta senhora que está fazendo o gesto tido como obsceno e que significa “vá tomar no fiofó” é Dona Dilma. A mesma que esteve hoje verrinando sua indignação por ter ouvido, em alto e bom som, o grito de grande parte das arquibancadas do Itaquerão mandando que ela fosse “tomar do fiofó”. A nobre e distinta senhora, em seu ataque de hipocrisia, estava escandalizada com o que ouviu do povo. Que hipocrisia mais descarada!!! Será que a susceptível dama de vermelho esqueceu-se dessa foto? 
Pode não ter sido bonita e correta a atitude do público, mas traduz a revolta que sufoca os brasileiros saturados com as mazelas petista, indignados com a mentira permanente que envolve esse governo, especialmente quando enfatiza que o povo saiu da miséria, enquanto o povo amarga a mais aflitiva e humilhante situação de desamparo no setor da saúde, educação, moradia e segurança. Falam que mais de 40 bilhões de reais foram gastos nessa copa bilionária. Isto é um escárnio, um deboche infame com a situação de desamparo e miséria em que vive grande parte da população. 
O que queria essa alienada senhora? Que o povo tendo-a presente mantivesse as aparências para impressionar bem os estrangeiros? Que fizesse de conta que vive num paraíso, engolindo a revolta, a raiva, a vergonha de tê-la como Presidente? 
A Senhora Dilma ficou passada de vergonha diante dos apupos e palavrões? A nobre senhora não fala palavrões? Não é o que revela a foto acima. E tem mais: o povo diz mesmo palavrão para expressar a sua indignação pela perda da dignidade, por ter que enfrentar a violência urbana, pelos hospitais sucateados e cheios de pobres amontoados nos corredores, morrendo por falta de atendimento médico, pelas escolas em péssimo estado, pela falta de saneamento básico nas periferias e pela roubalheira escancarada dos poderosos de Brasília. 
Quer enganar a quem, Dona Dilma? Aos estrangeiros que nos visitam? Impossível com as redes de televisão levando as notícias dos horrores nacionais para mais de cento e cinquenta países.
E, para terminar, deixe-me dizer mais uma vez: Não quer ouvir a voz das ruas? Então, fique em casa... Assista os jogos longe dos que a detestam... 

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