30 de setembro de 2013

A realidade sórdida de A Fazenda 6!

A sórdida, reles e ordinaríssima baixaria que caracterizou a sexta edição de A Fazenda teve seu ponto alto na última semana do reality, culminando com o circo dos horrores que foi a tal festinha de despedida realizada no sábado, véspera do encerramento do programa. O pretexto para a festinha da hipocrisia era uma confraternização entre os já eliminados e os três finalistas. O que seria uma oportunidade para todos fazerem as pazes, apararem as arestas e se mostrarem civilizados, tornou-se, ao contrário disso, uma chance de trocarem ofensas, revelarem os podres dos desafetos, fofocarem maledicências que denigrissem especialmente as duas finalistas. Tudo à altura do elenco destituído de classe, educação, noção de respeito, de decência e moral. 
Andressa, com a ordinarice que lhe é peculiar, depois de ter provocado Bárbara com acusações pesadíssimas, resolveu fazer seu show de stripper. Dizendo que, se era bonito Bárbara e Mateus transarem no reality, em rede nacional, então fazer stripper era igualmente lindo e de bom gosto. Para susto e perplexidade de todos, a escandalosa criatura tirou o vestido, ficou completamente nua. Depois de caminhar nua pela área externa e pela sede, Andressa mergulhou na piscina e mostrou toda a sua ironia. "Parabéns, Brasil, você está de parabéns".  Os evangélicos devem ter adorado a cena educativa e de excelente exemplo para os jovens seguidores do Bispo Edir.
Nessa edição, mais do que nas anteriores, as baixarias mais nojentas e os barracos mais violentos e reles foram as tônicas que movimentaram as os dias na casa sede, transbordando para fora da fazenda e contaminando as torcidas fanatizadas pela cegueira. A forte rejeição pelos procedimentos pouco transparentes e inábeis da produção era notória nos blogs e redes sociais.
Apesar de já estarem na sexta edição de A Fazenda, a produção do reality ainda não amadureceu, é aflitivo o amadorismo rasteiro demonstrado na realização desse tipo de programa. É inadmissível a tolerância execrável a atitudes agressivas, buillyng, palavreado de baixo nível, pratica explícita de sexo frente as câmeras, na área externa da casa, pelo casal depravado Mateus/Bárbara. Isto numa emissora de evangélicos é de causar espanto! Santa hipocrisia!
A sexta edição de A Fazenda levou para a lama a reputação do reality. Quem conseguirá acompanhar uma próxima edição, sabendo de antemão que as manobras do diretor elege quem este deseja ver como vencedor? Que atrativo poderá ter um programa que deveria ser centrado nas escolhas do público, mas no qual este mesmo público é tratado como um grande otário? 
A cobertura ao vivo 24 horas não passou de um engodo nojento, provas manipuladas, evidentes sinais de proteção para a ganhadora, as edições super editadas, beneficiando ou prejudicando esse ou aquele participante. A rejeição à Denise Rocha por parte da produção e do seu porta-voz Brito Junior foi escandalosamente evidente. O que essa jovem sofreu no programa é uma vergonha! A crueldade do builling  contra ela chegou ao extremo nos últimos dias, por parte de um homem despeitado, ensandecido pelo ódio e pela impotência para amedrontá-la ou levá-la a bater o sino, pedindo para sair.
A Fazenda 6 primou pelo descarado desrespeito ao telespectador, ao internauta e a alguns participantes. Lastimável o primarismo e a incompetência da produção na seleção do elenco, mais ainda na condução bizarra do RS, além da forma enganosa como tratou o público que, a princípio, seria a principal autoridade no que tange a escolha, pelo voto, daqueles que seriam os legítimos merecedores de chegarem à final, bem como o vitorioso que levaria o prêmio milionário. Resultou das interferências indevidas da produção, incluindo o Sr. Brito Junior, a eliminação de pessoas mais merecedoras de estar na final e a classificação como finalistas de pessoas que não tinham nenhum mérito para lá estarem, como a vencedora e o Óliver. Este designado para estar na Final na primeira semana, sem que o público tivesse participado de tal privilégio. O resultado dessa escolha foi um desonroso terceiro lugar para o mastodonte, com baixíssima votação que bem expressou o quanto o público o rejeitou.
A festa final da entrega do prêmio ao vencedor/a foi de uma pobreza aflitiva. Deu para perceber que o reality ficou mesmo no prejuizo, que não faturou o que precisava e esperava. Nunca vi tanta pobreza na distribuição de prêmios durante os três meses. Os patrocinadores eram poucos e não dos mais fortes. Nem um artista para cantar na festa teve, contentaram-se com alguns músicos trazidos por Ivo Meireles. Nem fogos de artifícios... Uma pobreza! Hehehehehehe... O engraçado é ver Brito fazendo de conta que o reality foi um sucesso estupendo... Hehehehehe!

Que venha o BBB14, acredito que depois de ter aturado o nauseabundo e desajeitado Brito Junior, vou amar ver Bial... Pelo menos é um belo homem, inteligente, elegante, culto e com uma dinâmica de apresentação que faz toda a diferença.

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